| Fórmulas de Física II |
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| Escrito por Nilson |
| Ter, 06 de Julho de 2010 18:05 |
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I) DILATAÇÃO TÉRMICA
A) DILATAÇÃO DOS SÓLIDOS: Quando os sólidos são aquecidos ou resfriados eles variam de comprmento, área ou volume. a1) Dilatação linear - predomina a dilatação do comprimento. ΔL = L - Lo
ΔL = α.Lo.Δθ
L = Lo(1 + αΔθ)
a2) Dilatação superficial - predomina a dilatação da superfície.
ΔA = A - Ao
ΔA = β.Ao.Δθ
A = Ao(1 + βΔθ)
a3) Dilatação volumétrica - predomina a dilatação do volume.
ΔV = V - Vo
ΔV = γ.Vo.Δθ
V = Vo(1 + γΔθ)
a4) Relação entre os coeficientes
β = 2α e γ = 3α
B) DILATAÇÃO DOS FLUIDOS
b1) Recipientes completamente cheios:
ΔVL = Vo(1 + γΔθ)
ΔVrec = γrec.Vo.Δθ
ΔVap = γap.Vo.Δθ
γ = γap + γrec
b2) Recipientes não totalmente cheios
Condição para o liquido não transbordar
vL = vrec
VL = voL(1 + γΔθ)
Vrec = Vo,rec(1 + γΔθ)
Condição para manter o espaço interno quando ele é aquecido junto com o recipiente
ΔVrec = ΔVL e
γrec.Vo,rec.Δθ = γL.VoL.Δθ
II) CALORIMETRIA
Estudo do caloe. Calor é a transferência expontânea de energia térmica entre dois corpos com temperaturas diferentes.
A) CALOR SENSÍVEL - calor que provoca variação de temperatura
Q = m.c.Δθ
B) CALOR LATENTE - calor que causa mudança de estado físico.
Q = m.L
C) QUANTIDADE DE CALOR TOTAL
Q = Q1 + Q2 + Q3 + ..+ Q5 + Qc
C) CAPACIDADE TÉMICA - quantidade de calor que pssibilita a variação de temperatura de 1ºC.
C = ΔQ/Δθ ou C = m.c
D) CALOR ESPECÍFICO - quantidade de calor que provoca o aumento de temperatura de 1ºC em 1g de uma substância.
E) TROCA DE CALOR - quando duas ou mais substâncias trocam calor dentro de um calorímetro a soma dos calores trocados é nula.
Q1 + Q2 + Q3 + ....QN + Qc = 0
F) FLUXO DE CALOR - razão entre a quantidade de calor fornecida e o tempo decorrido.
Φ = Q/Δt
Φ = kA(θi - θf)/e
III) ESTUDO DOS GASES PERFEITOS
a) equação de Clayperon: PV = nRT
b) Equação geral dos gases: P1V1/T1 = P2V2/T2
c) Transformações gasosas
Isobárica ( P = constante) : V1/T1 = V2/T2
Isocórica (V = constante): P1/T1 = P2/T2
Isotérmica (T = constante): P1V1 = P2V2
c) Mistura de gases: PV/T = P1V1/T1 + P2V2/T2
com V = V1 + V2
IV) TERMODINÂMICA A) PRIMEIRA LEI DA TERMODINÂMICA
a1) Sistema temodinâmico - regiao isolada do resto do Universo por uma fronteira real ou imaginária.
a2) Estado termidinâmico - condição do estado termodinâmico caracterizada por perssão, temperatura, vulume, densidade em um determinado instante.
a3) equação da 1ª lei da termodinâmica: Q = ΔU + ζ Q > 0 → o sistema recebe calor da vizinhaça Q < 0 → o sistema perde calor para a vizinhaça ζ > 0 → expansão ζ < 0 → compressão ΔU > 0 ( sistema aquece) ΔU < 0 ( sistema esfria)
a4) Variaação de energia interna: ΔU = (3/2) nR(θ - θo)
a5) Transformações termodinâmicas - quando ocorre a variação de pelo meno duas ds variáveis de estado. A referência a variável que ficou constante é nais conhecida pela denominação de "processo". Processo isobárico - pressão contante:
ζ = P.ΔV
V1/T1 = V2/T2
Qp = n.Cp.Δθ
Qp = m.cp.Δθ
Processo isovolumétrico - a volume constante.
ζ = 0
Q = ΔU
P1/T1 = P2/T2
Qv = n.Cv.Δθ
Qv = m.cv.Δθ
Processo isotérmico - a temperatura constante.
ΔU = 0
Q = ζ
P1V1 = P2V2
Processo adiabático - sistema isolado ternicamente.
Q = 0
ΔU = - ζ
P1.V1y = P2.V2y
a6) Diagrama P x V - a área da região limitada pelo gráfico e pelo eixo das abscissas mede numericamente o trabalho realizado:
Área = ζ
a7) Transformações cíclicas - transformações onde o estado inicial é igual ao estado termodinâmico final.
ΔU = 0
B) SEGUNDA LEI DA TERMODINÂMICA
a) máquinas térmicas: tem como base de funcionamento as transformações cíclicas
ζ = Q1 - Q2
η = ζ / Q1
η = 1 - Q2 / Q1
Q1 = quantidade de calor retirada da fonte quente Q2 = quantidade de calor retirada da fonte fria
b) ciclo de carnot - ciclo teórico que obtém um rendimento máximo para as máquinas térmicas.
η = 1 - T2 / T1
Q1 / Q2 = T1 / T2
T1 = temperatura da fonte quente T2 = temperatura da fonte fria
V) MOVIMENTO HARMÔNICO SIMPLES
a) Definição - projeção do MCU sobre um segmento de reta que contém o diâmetro de uma circunferência.
b) Força restauradora: F = -Kx
c) Pulsação / velocidade angular:
ω = 2π/T ( em geral)
ω² = K /m ( no sistema mola-massa)
d) Período / Frequência:
T = 2π/ω ( em geral)
T = 2π√m/k (sistema mola-massa)
T = 2π√L/K (pêndulo simples)
e) Equações horárias:
x = Acos(ωt + φ)
v = - Aωsen(ωt + φ)
a = - Aω²cos(ωt + φ)
f) Velocidade máxima / aceleração máxima:
vmáx = |Aω|
amáx = |Aω²|
g) Energia total:
Ec + Ep = 1/2) KA²
Ec = (1/2)m.v²
Ep (1/2)Kx²
v² = ω²(A² - x²)
VI) ONDAS 1) Definição - pertubação que se propaga em um meio material ou no vácuo. As ondas não transportam matéria, mas apenas energia. 2) Classificação; A) Quanto a direção de vivração Transversal - vibra perpendicularmente à direção de propagação; Longitudinal - vibra na mesma direção de propagação B) Quanto à natureza: Mecânicas - as que depende de um meio material para se propagar Eletromagnéticas - as que podem se propagar no vácuo C) Quanto à dimensão Unidimensionais - propagam - se em apenas uma direção Bidimensionais _ propagam-se em duas dimensões (superfície) Tridimensionais - propagam-se em três dimensões (espaço)
3) Fenomênos Ondulatórios: a) Reflexão -retorno da onda ao mesmo meio após insidir na superfície de separação de dois meios. b) Refração - Passagem da onda para o 2º meio após insidir na superfície de separação de dois meios c) Polarização - quando uma onda transversal vinha se propagando em várias direções, passa a se propagar em um só plano após passar por uma fenda. d) Difração - possibilidade da onda contornar obstáculo. e) Interferência - superposição de duas ondas que se propagam.
4) Principio de Huygens - cada ponto de uma frente de onda, no instante t, comporta-se como fontes secundárias de onda. 5) Equação fundamental de ondas v = λ.f v = velocidade λ = comprimento de onda f = frequência
6) Função de onda y = A sen[2π(t/T - x/λ) + Ψ]
7) Ondas na corda v = (T/μ)1/2 e μ = m/L v = velocidade T = Tração na corda μ = densidade linear m = massa da corda L = comprimento da corda
8) Ondas estacionárias ( um tipo particular de interferência) a) na corda vibrante v = λ1.f1 e f1 = 1.(v/2L) ( Harmõnico fundamental v = λ2.f2 e f2 = 2.(v/2L) ( 2º harmônico) v = λ3.f3 e f3 = 3.(v/2L) ( 3º harmônico) v = λ4.f4 e f4 = 4.(v/2L) (4º harmônico) v = λn.fn e fn = n.(v/2L) (n-ésimo harmônico) b) no tubo aberto v = λ1.f1 e f1 = 1.(v/2L) ( Harmõnico fundamental v = λ2.f2 e f2 = 2.(v/2L) ( 2º harmônico) v = λ3.f3 e f3 = 3.(v/2L) ( 3º harmônico) v = λ4.f4 e f4 = 4.(v/2L) (4º harmônico) v = λn.fn e fn = n.(v/2L) (n-ésimo harmônico) b) no tubo fechado v = λ1.f1 e f1 = 1.(v/4L) ( Harmõnico fundamental v = λ3.f3 e f3 = 2.(v/4L) ( 3º harmônico) v = λ5.f5 e f5 = 3.(v/4L) ( 5º harmônico) v = λ7.f7 e f7 = 4.(v/4L) (7º harmônico) v = λ2n+1.f2n+1 e f2n+1 = (2n + 1).(v/4L) (n-ésimo harmônico)
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| Última atualização em Dom, 08 de Agosto de 2010 15:34 |


